domingo, 15 de fevereiro de 2015

O Cais do Bicalho


Parcial de uma fotografia da Foto Guedes que mostra o Cais do Bicalho, fundeadouro habitual da corveta Estefânea (na foto e que seria destruída pela cheia de 1909). Tudo aparentando ainda um viver algo campestre e bucólico mas já condenado a desaparecer pelo crescimento incessante da cidade.


O mesmo local num destes dias de Fevereiro: nota-se a regular simetria do betão que sustenta a E.N. 12, o antigo armazém frigorífico do Bacalhau (agora adaptado a edifício de apartamentos) e no topo do morro a Faculdade de Arquitectura.

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