terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Se as pedras pudessem falar...

Em Novembro passado, fazendo um passeio solitário de fim de tarde pelos jardins do Palácio de Cristal, detetei, encostadas a um muro, quase no limite norte do mesmo, a uma cota inferior à Biblioteca Almeida Garrett, umas pedras que me deixaram intrigado e a pensar para de mim para comigo de onde proviriam.

Logo avancei a hipótese de serem do antigo palacete da Praça da Liberdade, que serviu de Câmara Municipal durante cerca de uma centena de anos.. Mas hoje, tirando as teimas, ao comparar as minhas fotos com as excelentes e GRANDES do livro Porto Desaparecido, cheguei à conclusão que não. Não são! São com certeza de um palacete, uma casa senhorial do tempo do romantismo, mas não daquele palacete.

As pedras estão lá, meias cobertas de vegetação para quem as quiser estudar. Temos 2 grandes blocos, por assim dizer, que constituem a entrada de um antigo portão para carros e depois, dispersas pelo chão e encostadas a um muro, várias peças ornamentais que já encimaram janelas e platibandas.

Quem conseguirá descobrir este mistério? Seria de algum palacete existente no local? Não seria de uma outra casa e levada para ali com a finalidade de serem colocadas no Jardim (como outros ornamentos) o que nunca chegou a acontecer?

Quem souber para mais e estiver disposto a partilhar, peço o favor de comentar!







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